Amor
Dor
Existe literatura para e sobre tudo. Dando uma googlada sobre como ter unhas perfeitas, encontrei dois livros com títulos engraçados:
Porque os homens nao cortam as unhas dos pés, de Stella Florence e Dedo negro com unha, de Paolo Pellizzari.
Por quê, hein?! Por que os homens nao cortam as unhas dos pés?
Se você quiser cuidar bem das unhas também tem literatura especializada nelas: Unhas, técnicas de embelezamento e cuidados básicos para maos e pés, de Silvia Marta Vieira e Ana Lúcia Prôa; e também para fazer arte, desenhos nas unhas: A arte das unhas.
…antes de morrer.
O número 1001 leva uma carga mística, pois é um número que dá a idéia de algo interminável, como se a leitura atrasasse a morte. Essa leitura mística vem da história da Sherazade, das ” Mil e uma noites”, onde uma jovem árabe, que para nao morrer, começa a contar histórias interessantes e intermináveis ao seu rei e possível carrasco. E assim, Sherazade conta mil e uma histórias para manter- se viva. É um dos livros clássicos mais lidos e apreciados do mundo literário, escrito por Alf Lailah Oua Lailah.
“As mil e uma noites” é um dos mil e um livros que deve ser lido “antes de morrer”. Aqui você pode ler o prólogo.
Aqui você pode ler alguns dos contos de Sherazade.
Incrível, mas o livro mais vendido ultimamente no Brasil ( pela net) é o “O bispo: uma história revelada de Edir Macedo”. Mais vendido que o último Harry Potter, informaçao da Rede Record, afinal isso os interessa diretamente, já que é dono da Rede Record.
A Saraiva já está fazendo a pré- venda no seu site. O livro custa 30, 80 reais com lançamento previsto pra 22-10.
Edir Macedo tem um site e aqui você pode conhecer a história do homem que cresceu na fé católica, frequentou terreiros de candomblé antes de fundar a Igreja Universal do Reino de Deus. Apesar das controvérsias, a Igreja arrasta multidoes de fiéis.
Você vai ler?
Eu nao.
Com seus 87 anos, a escritora britânica recebeu 1,5 milhao de dólares do seleto prêmio literário.
Nao a conhecia, nunca ouvi falar e agora quero conhecer a obra da escritora, que parece ser bem interessante, veja aqui. Ela trata de temas feministas e raciais.
Doris Lessing, 11ª mulher a ganhar o prêmio.
Sem dúvidas, um ganhador do prêmio Nobel ganha fama e notoriedade mundial. Confira todos os ganhadores do Nobel de Literatura.
…o e-mail que escrevi falando sobre a minha forte experiência com o livro “Como el río que fluye”:
Estimada …
Obrigado por seu carinhoso e-mail.
Lembre-se: Cada um de nós vive um guerreiro da luz, e guerreiro da luz é todo aquele que, apesar das dificuldades cotidianas, ainda é capaz de lutar pelos seus sonhos.
Paulo Coelho
Ou ele ou algum ajudante, mas de qualquer forma fica comprovado que ele nao deixa ninguém sem resposta.
Pessoas com alto nível sócio-econômico-cultural, dezoito correspondentes internacionais enviados por importantes meios de comunicaçao do mundo para trabalhar na Espanha, escreveram um livro contando as suas vivências no país que escolheram (ou nao) para viver e trabalhar.
Trata- se de: Vaya país. Cómo nos ven los corresponsales de prensa extranjera. Aguilar, 2006; 203 páginas, organizado por Werner Herzog, alemao que vive na Espanha há trinta anos.
Entre os jornalistas estao: cinco da Alemanha (Peter Burghardt, do Sueddeutsche Zeitung de Munich; Martin Dahms, de Berliner Zeitung e do Frankfurter Rundschau; Paul Ingendaay, do Frankfurter Allgemeine Zeitung; Bárbara Schwarzwälder, da cadeia franco-alema Arte, e Reiner Wandler, de Tageszeitung de Berlín), dois britânicos (Edward Owen, de The Times, The Sunday Times e Daily Express, e Elizabeth Nash, de The Independent), duas francesas (Martine Silber, de Le Monde, e Cécile Thibaud, do L’Express); dois holandeses (Henk Boom, de diferentes jornais da Holanda e Bélgica, e Jan Gerrit Hoek, do Telegraaf y Canal Plus de Holanda y Bélgica), uma americana (Carlta Vitzthum, do Wall Street Journal e do Business Week); um finlandês (Jyrki Palo, freelance para diferentes meios); uma italiana (Michela Coricelli, também freelance), uma japonesa (Masako Ishibashi, freelance e mestre de ikebana), uma mexicana (Patricia Alvarado Mendoza, de vários meios), um português (Nuno Ribeiro, do O Publico) e um suiço (Werner Herzog, que escreve para Facts de Suiza e Focus da Alemanha).
A verdade é que a opiniao dos jornalistas concorda com a de muitos imigrantes, infelizmente. Muitos se queixam de solidao, da indiferença, da falta de educaçao cívica e pessoal (e inter- pessoal) dos espanhóis.
Coisa gostosa é visitar, passear pelas livrarias.
Sao passeios que poderiam ser mais baratos, pois assim incrementaria o número de leitores e com isso, aumentaria o nível cultural da populaçao, o que implicaria em um nível de exigência mais alto em relaçao à qualidade de vida. Pessoas mais cultas, politizadas, antenadas é tudo o que o Governo nao quer ter. Entendeu?!
Os editores também podiam dar uma força e diminuir um pouco, pelo menos, os preços dos livros. Ganhariam mais também se vendessem mais. Assim também aumentaria o número de exemplares nas bibliotecas públicas, que muitas vezes sao insuficientes para a demanda.
Outra coisa: quero novidades. Editam sempre os mesmos. Quero ver os novos talentos que estao engavetados.