Olhares estrangeiros

Pessoas com alto nível sócio-econômico-cultural, dezoito correspondentes internacionais enviados por importantes meios de comunicaçao do mundo para trabalhar na Espanha, escreveram um livro contando as suas vivências no país que escolheram (ou nao) para viver e trabalhar.

Trata- se de: Vaya país. Cómo nos ven los corresponsales de prensa extranjera. Aguilar, 2006; 203 páginas, organizado por Werner Herzog, alemao que vive na Espanha há trinta anos.

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Entre os jornalistas estao: cinco da Alemanha (Peter Burghardt, do Sueddeutsche Zeitung de Munich; Martin Dahms, de Berliner Zeitung e do Frankfurter Rundschau; Paul Ingendaay, do Frankfurter Allgemeine Zeitung; Bárbara Schwarzwälder, da cadeia franco-alema Arte, e Reiner Wandler, de Tageszeitung de Berlín), dois britânicos (Edward Owen, de The Times, The Sunday Times e Daily Express, e Elizabeth Nash, de The Independent), duas francesas (Martine Silber, de Le Monde, e Cécile Thibaud, do L’Express); dois holandeses (Henk Boom, de diferentes jornais da Holanda e Bélgica, e Jan Gerrit Hoek, do Telegraaf y Canal Plus de Holanda y Bélgica), uma americana (Carlta Vitzthum, do Wall Street Journal e do Business Week); um finlandês (Jyrki Palo, freelance para diferentes meios); uma italiana (Michela Coricelli, também freelance), uma japonesa (Masako Ishibashi, freelance e mestre de ikebana), uma mexicana (Patricia Alvarado Mendoza, de vários meios), um português (Nuno Ribeiro, do O Publico) e um suiço (Werner Herzog, que escreve para Facts de Suiza e Focus da Alemanha).

A verdade é que a opiniao dos jornalistas concorda com a de muitos imigrantes, infelizmente. Muitos se queixam de solidao, da indiferença, da falta de educaçao cívica e pessoal (e inter- pessoal) dos espanhóis.

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