Paulo Coelho respondeu…

Outubro 5, 2007

…o e-mail que escrevi falando sobre a minha forte experiência com o livro  “Como el río que fluye”:

Estimada …
Obrigado por seu carinhoso e-mail.
Lembre-se: Cada um de nós vive um guerreiro da luz, e guerreiro da luz é todo aquele que, apesar das dificuldades cotidianas, ainda é capaz de lutar pelos seus sonhos.
Paulo Coelho

Ou ele ou algum ajudante, mas de qualquer forma fica comprovado que ele nao deixa ninguém sem resposta.


Olhares estrangeiros

Outubro 5, 2007

Pessoas com alto nível sócio-econômico-cultural, dezoito correspondentes internacionais enviados por importantes meios de comunicaçao do mundo para trabalhar na Espanha, escreveram um livro contando as suas vivências no país que escolheram (ou nao) para viver e trabalhar.

Trata- se de: Vaya país. Cómo nos ven los corresponsales de prensa extranjera. Aguilar, 2006; 203 páginas, organizado por Werner Herzog, alemao que vive na Espanha há trinta anos.

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Entre os jornalistas estao: cinco da Alemanha (Peter Burghardt, do Sueddeutsche Zeitung de Munich; Martin Dahms, de Berliner Zeitung e do Frankfurter Rundschau; Paul Ingendaay, do Frankfurter Allgemeine Zeitung; Bárbara Schwarzwälder, da cadeia franco-alema Arte, e Reiner Wandler, de Tageszeitung de Berlín), dois britânicos (Edward Owen, de The Times, The Sunday Times e Daily Express, e Elizabeth Nash, de The Independent), duas francesas (Martine Silber, de Le Monde, e Cécile Thibaud, do L’Express); dois holandeses (Henk Boom, de diferentes jornais da Holanda e Bélgica, e Jan Gerrit Hoek, do Telegraaf y Canal Plus de Holanda y Bélgica), uma americana (Carlta Vitzthum, do Wall Street Journal e do Business Week); um finlandês (Jyrki Palo, freelance para diferentes meios); uma italiana (Michela Coricelli, também freelance), uma japonesa (Masako Ishibashi, freelance e mestre de ikebana), uma mexicana (Patricia Alvarado Mendoza, de vários meios), um português (Nuno Ribeiro, do O Publico) e um suiço (Werner Herzog, que escreve para Facts de Suiza e Focus da Alemanha).

A verdade é que a opiniao dos jornalistas concorda com a de muitos imigrantes, infelizmente. Muitos se queixam de solidao, da indiferença, da falta de educaçao cívica e pessoal (e inter- pessoal) dos espanhóis.